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Lucas Wooller: “Focar o máximo”

FICHA DE IDENTIDADE Nome completo: Lucas Anthony Firmo Mineiro Wooller Clube: SCOCS Categoria / escalão: Cadete Grau anterior: 1º Kyo Prática de Judo: 10 anos (desde 2016) Ocupação: Estudante Nos exames associativos de graduação realizados a 26 de julho de 2026 (Circular n.º 020/26 da AJDS), onze atletas da região foram aprovados a 1.º Dan. […]

Por Tiago Martins 2 minutos de leitura
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FICHA DE IDENTIDADE

Nome completo: Lucas Anthony Firmo Mineiro Wooller

Clube: SCOCS

Categoria / escalão: Cadete

Grau anterior: 1º Kyo

Prática de Judo: 10 anos (desde 2016)

Ocupação: Estudante

Nos exames associativos de graduação realizados a 26 de julho de 2026 (Circular n.º 020/26 da AJDS), onze atletas da região foram aprovados a 1.º Dan. Lucas Wooller, do SCOCS, é um deles – e partilhou connosco o que sentiu ao conquistar o cinto preto.

O Cinto Preto

Ao saber que tinha sido aprovado, a reação de Lucas foi de pura satisfação.

“Senti-me entusiasmado e feliz. Para mim representa um objetivo alcançado.” – Lucas Wooller

A preparação, admite, não foi fácil: “foi dura, sofrida mas tranquila”. E, já no dia do exame, o maior desafio não veio do corpo, mas da cabeça: “senti-me mais nervoso quando os mestres me fizeram perguntas mais difíceis”.

O Percurso

Lucas começou a praticar Judo em 2016, com o mestre Stephan, na Gualdim Pais. Ao longo de dez anos, o que o manteve ligado ao tatami foi tanto o convívio como o crescimento pessoal: “conhecer novos atletas, melhorar a minha autoconfiança e autodefesa”. Um percurso que, sublinha, nunca fez sozinho – “os meus mestres, os meus colegas de treino e a minha família” foram as pessoas mais importantes até chegar ao cinto preto.

Valores e Preferências

Mais do que a técnica, o Judo trouxe a Lucas “vários sentimentos e alguma autonomia” – e, acima de tudo, autoconfiança: “ter autoconfiança no que digo e penso” é, para ele, o valor mais importante que leva consigo dentro e fora do tatami. Conciliar os treinos com a escola nem sempre é fácil, mas o compromisso é claro: “tento o máximo não faltar aos treinos”.

A sua técnica preferida é o Uchi Mata, que treina desde Juvenil, “melhorando a pouco e pouco” – e o atleta que mais o inspira é Juango Etxebeste.

Curiosidades

Fora do tatami, Lucas gosta de ler e de fazer ginástica, tem cuidado especial com a alimentação nas vésperas de exame ou competição, e o seu lema é simples e direto: “focar o máximo”. Um facto curioso que poucos no clube saberão: “sou muito ansioso”. Com o cinto preto já conquistado, o próximo objetivo é claro – “transmitir conhecimentos aos mais novos”.